segunda-feira, 23 de maio de 2011

7ª Edição "Vem Comigo Hip Hop Arte" Barueri-SP. Jd. Mutinga (GRÁTIS) 13h às 18h

Depois do sucesso do dia 30 de maio na Chácaras Marco em Barueri. Agora o projeto "Vem Comigo Hip Hop Arte" chega ao jardim Mutinga: Dia 28 de Maio das 13h00 as 18h00, os quatro elementos da cultura Hip Hop e mais Street Ball e Skate, farão a festa junto com o (ZÉ BROWN), nosso convidado especial vindo diretamente de Recife, Pernambuco armado com seu pandeiro, para rimar sobre sua pesquisa e sua trajetoria entre cultura urbana e culturas tradicionais nordestinas como o repente, a embolada e o aboió.
Zé Brown falará também das ações sociais que ele incentiva e acompanha em Recife, no próprio bairro do Alto José do Pino na Zona Norte de  Recife.
Sempre com os quatro elementos da cultura Hip Hop e mais,streetball e skate levamos um caminhão palco e essa mensagem, aos quatro cantos do município. Não Percam!!!
(GRÁTIS)
Inf. 11 9825-2333 / 11 4618-5273 / 4199-1600






quinta-feira, 31 de março de 2011

Evento: "Vem Comigo Hip Hop Arte"

Discrição: Depois do sucesso em 2010, das cinco etapas realizadas nos bairros da cidade de Barueri, atingido leste, oeste, norte, sul e centro, e das ações realizadas nas escolas do município, que atendeu em torno de 25.000 jovens de 5ª a 8ª Série e o 1º Fórum, onde foi discutido Rumos da Cultura Urbana.  
A proposta para 2011 é atingir toda a região oeste de São Paulo, e porque não o estado e o Brasil?
A Prefeitura Municipal de Barueri, através da Secretaria de Cultura e Turismo, vem com força total em 2011, em prol da Cultura Hip Hop.
O objetivo do projeto Vem Comigo Hip Hop Arte é de levar conhecimento e informação de uma maneira clara e divertida.
O nosso primeiro convidado para este ano, é o renomado MC Marechal, vindo diretamente de Niterói Rio de Janeiro, para que ele possa contar um pouco da sua experiência dentro da cultura urbana, contribuindo com os seus versos e pensamentos nessa maravilhosa tarefa de transformação humana, mostrando para nossa juventude que está ligada direta ou indiretamente ao projeto (pois ele é realizado em praça pública), que existem outros caminhos e exemplos positivos a serem seguidos.
Sempre com os quatro elementos da cultura Hip Hop e mais,streetball e skate levamos um  caminhão palco e essa mensagem, aos quatro cantos do município.

Data: Sábado 30 de Abril 2011
Hora: 13h00 às 18h00
Endereço: Av. Sumaré, 370 – Chácaras Marco - Barueri-SP.
Ponto de Referência: Estrada dos Romeiros, divisa de Santana do Parnaíba com Barueri.
Grátis
Informações: 11 9825-2333 / 11 6386-7627


Joul Matéria Rima

"Vem Comigo Hip Hop Arte" 30 de Abril Sábado - Das 13h às 18h - Chácaras Marco Barueri-SP. - GRÁTIS

terça-feira, 29 de março de 2011

NÃO PERCA!!!
30 DE ABRIL  
"VEM COMIGO HIP HOP ARTE" 
CHACARAS MARCO
BARUERI-SP.
GRÁTIS

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

2011 COMEÇA!!!

E O HIP HOP EM BARUERI

NÃO para!!!

aguardem!!!

vem ai:

vem comigo hip hop arte/2011

SÁBADO, NOVEMBRO 06, 2010

a humanidade vive a perguntar se existe vida em outro lugar

Hoje estive no município de Barueri, na região oeste da Grande São Paulo, para participar de um debate num programa educativo ancado pela prefeitura (tucana) da cidade e coordenado pelo Joul, integrante do fenomenal grupo de hip-hop Matéria Rima, do qualjá falei (pouco) por aqui alguns anos atrás.

A chamada cultura urbana era um dos fios condutores do debate. A plateia era de adolescentes animadíssimos, e a mesa, um bocado heterogêna. Participávamos eu (no papel de jornalista, crítico musical e, suponho, representante da "minoria branca" de que falava Claudio Lembo, aquela mesma que anda ultimamente cuspindo fogo e ódio contra NORDESTINOS por conta da eleição não de um operário NORDESTINO, mas de uma mulher economista mineira-gaúcha para a presidência da República), o escritor Ferréz, os grafiteiros Tota e Binho, o artista plástico (argentino, radicado paulistano) Balzi e representantes do poder público local. Entre esses últimos, havia três integrantes da Guarda Municipal. E foi aí que os meus olhos se encheram de lágrimas, como de hábito.

Logo de cara percebi, meio sem perceber, um relativo isolamento dos três (dois homens e uma mulher - a única presente na mesa montada no palco do Teatro Municipal de Barueri) em relação a "nosotros". Sentaram-se juntos, num extremo do palco. À esquerda deles havia um assento vazio (no qual depois o inquieto Joul se acomodaria), a seguir o meu, depois Ferréz e os demais. Somente um dos policiais falou no início dos trabalhos (e não foi a mulher, se você me entende). Seu discurso procurou distinguir grafite de pixação, em detrimento dessa última, e foi contestado por Binho, Tota e, principalmente, Ferréz. Ninguém da plateia fez perguntas aos três. Aquelas coisas.

A certa altura, em meio a alguma fala, mencionei que eu era do Paraná. E percebi, meio sem perceber, um sobressalto ali nalgum lugar do meu lado direito. Mais adiante, num dos momentos em que o assento do Joul estava vazio, o policial mais próximo de mim me chamou num sussurro perguntou: "De que cidade do Paraná você é?". Maringá. "Eu também!". E me contou que não só ele (putzgrila!, nem o nome do cara eu fixei) é paranaense e policial, como também é o maestro e o regente da banda da polícia de Barueri.

Quando foi fazer suas considerações finais (sem ter antes feito as iniciais), o "Maestro" (como era tratado pelo porta-voz dos três - do qual, putzgrila 2!, também não fixei o nome) contou, ainda por cima, de sua pós-graduação e dos estudos que faz sobre samba de raiz, com auxílio de Raquel Trindade - que, Ferréz explicou, é filha do folclorista, poeta, ator, pintor, teatrólogo e cineasta (PERNAMBUCANO) Solano Trindade, figura histórica da movimento negro brasileiro.

Nessa rápida fala, o "Maestro" mencionou também como todo mundo se afasta imediatamente de um cara como ele, quando um cara como ele está vestindo farda. Disse que, por baixo daquele uniforme, mora um pai de família, um cidadão etc. Tive a impressão que aí os olhos dele marejaram, e foi aí que minha voz embargou - ou melhor, teria embargado, se eu não estivesse calado.

O debate terminou (muito bem, obrigado), e começaram apresentações artísticas da garotada de lá - e do histórico e formidável dançarino Nelson Triunfo, o "nosso" James Brown NORDESTINO-paulista-BRASILEIRO. (Nelsão, que não é besta nem nada, sabe quão legal é o Matéria Rima, do qual age como padrinho informal - ele esteve no palco dos rapazes quando se apresentaram no projeto "Prata da Casa" do Sesc Pompeia, quando eu era curador, nem sei mais em que ano.)

E eis que de repente, em meio às apresentações, o porta-voz dos policiais desabotoou o coldre (é assim que fala?), abandonou as armas na poltrona da plateia, subiu de volta ao palco e... pôs-se a dançar break!!! Foi ovacionado pela meninada, apesar do corpo não de todo adaptado à agilidade desconcertante da galera da street dance.

Somo mentalmente agora as intervenções de cada um dos policiais, e as minhas, e vejo que voltei a vivenciar hoje, num registro POSITIVO, muito diferente do que estava acostumado a raciocinar, aquilo que havia aprendido em "Cães de Guarda - Jornalistas e Censores, do AI-5 à Constituição de 1988" (Boitempo, 2004), da historiadora Beatriz Kushnir. Um de meus livros-de-cabeceira, ele investiga as interligações e semelhanças sórdidas entre policiais, censores e jornalistas paulistas durante a fase de terror da ditadura militar brasileira.

Mas, de volta a Barueri, o evento começou debate e terminou festa. A molecada toda subiu no palco para exibir seus próprios passos de dança em meio a dançarinos, policiais, estudantes, rappers etc. A policial feminina não teve coragem de subir, muito menos eu, apesar de termos sido convocados pelo Joul.

Essas experiências de integração - ou de convergência, eu diria, usando a palavra que não me sai da cabeça desde domingo 31 de outubro - nem são uma grande novidade, como bem sabe o pessoal do AfroReggae lá no Rio de Janeiro, entre muitos outros. Mas foi a primeira vez que vi acontecer diante dos meus olhos, aqui mesmo em São Paulo, nesta terra mais tucana que petista onde, a acreditar no que se lê diariamente na "grande" mídia (e até mesmo em seu filhote rebelde Twitter), parece só existir uma elite branca escrota dominada pelo ódio aos nordestinos.

Vou te contar, eu vi de tudo um pouco lá em Barueri, menos um Brasil dividido em dois ou um estado de São Paulo pronto para aderir ao nazifascismo separatista. Terminei mais essa tarde feliz tomando café com bolachas com esse pessoal tão heterogêneo - e travando, pela primeiríssima vez em 42 anos de vida, diálogos completos, amistosos e despidos de qualquer temor com três policiais.
Comments (10)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Matéria Escrita pelo meu amigo Gilponês para o Site www.bocadaforte.com.br

Sobre o Fórum -
Vem Comigo Hip Hop Arte "Rumos da Cultura Urbana", que aconteceu no dia 05 de Novembro de 2010 no Teatro Municipal de Barueri-SP.

Matéria escrita por: Gilponês
Para o site: www.bocadaforte.com.br

Vem Comigo Hip-Hop Arte: a cultura que educa e transforma
Data: 10/11/2010

Projeto que envolveu cerca de 25.000 crianças e adolescentes de Barueri (SP) comprova que o hip-hop pode ser um importante aliado da educação

É praticamente unânime a ideia de que é na educação (ou na falta dela) que se encontram explicações para a maioria dos problemas sociais que nos afligem. Da mesma forma, também é consenso geral teorizar que, na própria educação, ignorada e sucateada por boa parte do poder público, está a solução para tais problemas. Por que, então, não unir o útil ao agradável, utilizando a cultura hip-hop, tão apreciada pelas crianças e adolescentes, como um instrumento de complemento educacional? A resposta foi dada na última sexta-feira (5/11), no Teatro Municipal de Barueri (SP), com o evento Vem Comigo Hip-Hop Arte - um fórum que coroou um interessante projeto capitaneado pelo MC e ativista Joul, do grupo Matéria Rima.

Ótimo exemplo de como o hip-hop pode ser um poderoso instrumento educativo, o álbum do Matéria Rima, Procurando Respostas, lançado em agosto de 2005, é o tipo de trabalho que não tem prazo de validade. Muito bem elaboradas, suas músicas usam como temática principal assuntos relacionados a disciplinas escolares, como Química (na faixa "A química perfeita"), Astronomia ("UniverSom"), Literatura ("?Livro um ler que por"), Anatomia ("Concreto e anatômico"), Geografia ("De rolê pelo país"), e assim por diante. Há, inclusive, relatos de alunos que atribuíram boas notas em algumas dessas matérias graças ao conteúdo assimilado através das músicas do Matéria Rima.

O evento realizado na semana passada encerrou um ciclo feito por toda a cidade, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Barueri. Desde março deste ano, Joul esteve à frente de uma série de ações que percorreram 31 escolas da rede municipal, levando a cerca de 25.000 alunos as manifestações artísticas do hip-hop, além de atividades desportivas, oficinas profissionalizantes, palestras, debates e apresentações de artistas já consagrados. Cada região da cidade (norte, sul, leste e oeste) teve um evento, por cujos palcos passaram nomes como Rappin` Hood, Thaide, Negra Li, DJ Hum e Sampa Crew, entre outros.

Uma exposição com centenas de capas de LPs de rap nacional e painéis de graffiti desenvolvidos por alunos da rede municipal deram colorido especial à entrada e ao saguão do teatro. Do lado de dentro, no fórum, houve uma mesa de debates com o tema "Rumos da cultura urbana". A discussão teve como convidados o escritor e rapper Ferréz (1 da Sul), os grafiteiros Tota e Binho, o renomado artista plástico Juan José Balzi, o jornalista e crítico musical Pedro Alexandre Sanches, representantes da Guarda Municipal de Barueri e o secretário municipal de Cultura e Turismo, Getúlio Fogaça.

O poder educativo do hip-hop, a polêmica distinção (ou não) entre pichação e graffiti, a instável relação do poder público com a cultura urbana, a importância da literatura, os aspectos positivos e negativos do funk carioca na periferia, o empreendedorismo no hip-hop e reflexões sobre o racismo na sociedade brasileira foram alguns dos assuntos abordados no debate. Na plateia, havia também personalidades como o rapper Billy, DJ Hum e Nelson Triunfo, considerado o "pai do hip-hop brasileiro".

Ao encerramento do evento, boa parte do público subiu ao palco para realizar apresentações artísticas. Primeiro, foi a vez do grupo de dança Elementos, formado por 11 alunos da escola municipal "Júlio Gomes Camisão". Depois, foi a vez do BG 220, formado por cinco b.girls. De repente, uma surpresa: Joul chamou para o palco o guarda municipal José Moia, que, mesmo fardado, mostrou suas habilidades no breaking e dançou ao lado dos b.boys Danzinho e Brasília - mostrando que é possível moradores de periferia e agentes de segurança pública se respeitarem em torno da arte.

Por fim, foi a vez das apresentações do grupo de dança Four Funk, formado por alunas de Nelson Triunfo, e de Fábio, um aluno deficiente visual, que cantou um comovente rap sobre o direito à educação para portadores de todo tipo de deficiência. Enfim, foi um dia em que distintas gerações do hip-hop mostraram a essência transformadora da cultura de rua, por meio de diferentes cores, sonoridades, gestos, etnias e sotaques. E, tendo a educação como pano de fundo, foi uma oportunidade de todos os participantes aprenderem e ensinarem algo.


[+] Leia um texto de Pedro Alexandre Sanches sobre o evento realizado

[+] Acesse o site oficial do grupo Matéria Rima
[+] Visite o MySpace do grupo Matéria Rima
[+] Vídeos do grupo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Não Percam!!! Sexta 05/11/2010 TEATRO MUNICIPAL DE BARUERI-SP.


Vem Comigo Hip Hop Arte.

Depois do sucesso das cinco etapas realizadas nos bairros da cidade de Barueri, atingido leste, oeste,norte,sul e centro, e das ações realizadas nas escolas do município, que atendeu em torno de 25.000 jovens de 5ª a 8ª Série. Agora é hora de discutirmos Rumos da Cultura Urbana. Com exposições de Graffiti, Vínis de Rap Nacional, Revistas, Shows, Dança de Rua, Djs. Palestras com: Ferréz escritor e cronista da revista Carta Capital, Tota editor chefe da revista Graffiti Poético, Binho Ribeiro 1ª Bienal internacional Graffiti Fine Art MUBE 2010, Juan José Balzi Artista Plástico pioneiro em oficinas culturais no estado de São Paulo, Rinaldo de Albuquerque Pereira Comandante da Guarda Municipal de Barueri, Pedro Alexandre Sanchês Crítico Musical, e Getulio Fogaça de Azevedo Secretário de Cultura e Turismo de Barueri-SP. Este encontro, tem como objetivo traçar planos para o melhor desempenho da Cultura Urbana no município de Barueri e regãio.
Mediador: Mc Joul Matéria Rima

Data: Sexta 05/11/2010

Hora: 13h00 às 18h00

Onde: Teatro Municipal de Barueri-SP.
Endereço: Rua Ministro Raphael de Barros Monteiro, 255 KM 26A Rod. Pres. Castelo Branco
Jardim dos Camargos - Centro - Barueri - SP

Grátis

Inf. 9825-2333 / 4198-0972 / 4199-1600 materiarima@materiarima.com.br http://vemcomigoh2arte.blogspot.com/
Responsável: Joul Matéria Rima

sexta-feira, 1 de outubro de 2010